Arquivo para Setembro, 2008

Matemática

(18 + 30 ) / 2 = 24

Próximo.

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Manja todo aquele discurso de como a moda é fútil, como esse mundo é superficial, como seguir a tendência é coisa de gente sem identidade e tal? Isso tudo vale até a hora em que seu sonho vira realidade:

Acredite, é tendência: unhas com esmalte colorido e… Descascado!

*moda tomba-lata, beibe

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Som da rua

Desde as 10h e pouco numa sala, um carro de som passou aqui perto umas sei-lá-quantas-vezes, tocando ou “Vai Passar” ou “Vou festejar”. (parecidas? não. As suas são sambas e só). Não identifiquei qual é. É a terça-feira mais chata do universo.

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Quando a gente diz que não é, ninguém acredita. Quando a gente faz que é, todo mundo cai. Quando a gente mostra que não é mesmo, todo mundo estranha. E quando a gente nem sabe se é? Não adianta. Quem nasce vira-lata, morre vira-lata.

Cantarolando no ônibus: Se você jurar, que me tem amor. lalalala. Eu posso me regenerar…tururururu…mas se é…para fingir mulher…a orgia assim não vou deixar…

Ju Simon diz:

tô com uma preguiça fora do normal hoje

Ju Simon diz:

vontade de encostar no teclado e dormir

Luiz – a vingança dos inadimplentes diz:

é pq é terça

Ju Simon diz:

nada de bom acontece na terça.

Luiz – a vingança dos inadimplentes diz:

nada

 

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“josé paulo kupfer: BRUNA, quem tem previdência privada, tem um investimento de longo, longuíssimo prazo. no mínimo cinco anos e até 30 anos. não deve, portanto, fazer nada. talvez tomar um copo de água com açúcar.”

Economia não é assim tãããão chata. Dá até pra dar risada, fazer piadinha. Pegadinha do Malandro. Há.

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Surtando imenso

Divertido, divertido demais. Não sei o que tinha no meu mate…

“E o Zé Paulo Kupfer lá lalalalalala lalalalalalalalalala HEY lalalalalala lalalalalala lalalalalalalalalala”

“E o Nassif lá lalalalalala lalalalalalalalalala HEY lalalalalala lalalalalala lalalalalalalalalala”

MEU PRIMEIRO NAUFRÁÁÁÁÁÁÁÁÁGIO

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A bolsa

O trabalho me força a acompanhar a queda da bolsa. Começo a ler as notas e procurar feito louca nos sites de fora o que tá acontecendo (que diabos tá a-con-te-cen-do). Até agora deu pra entender que, bem…fodeu. Pancada das idéias que estou (sou?), me veio direto à cabeça a cena de “Caramuru – A Invenção do Brasil”, em que o Diogo Vilela está no mesmo barco que o Selton Mello e, bebaço, grita “AHÁ, MEU PRIMEIRO NAUFRÁGIO”. Triste que não tem essa cena do YouTube…

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Nunca achei que eu fosse dizer isso um dia, mas “This Month, Day 10″ e “The Rat Is Dead”, da Cansei de Ser Sexy expressam exatamente o que a cara de cachorro perdido em mudança tinha que ouvir.

Ou nem merecia…deixei o peso em agosto, para o meio de setembro.

…20, 21, 22, 23 músculos.

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castigo carinho nas costas (não respondido)

culpa excesso de ser (assim)

depois fingir que não é (aquilo)

para frente (hoje?)

resposta (.)

(quase) sempre

SiM

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iPhone com farinha

(passando pela página, um gigantesco banner abre na tela. atenção na propaganda do iPhone. O banner fecha)

Não espera o lançamento do aparelinho. Segundinhos perdidos na nova neura. Antes fosse essa a única, não? “Daqui a pouco a gente vai trocar de computador de novo”. “é…é a pós-modernidade”.

.na articulação do joelho, a perna é a falta de assunto, a coxa é o que quer (se) esconder.

“você surta com cada merda”

“cala a boca e come”

Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic ’til I’m gathered safely in
Lift me like an olive branch and be my homeward dove

Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

Let me see your beauty when the witnesses are gone
Let me feel you moving like they do in Babylon
Show me slowly what I only know the limits of

Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

Dance me to the wedding now, dance me on and on
Dance me very tenderly and dance me very long
We’re both of us beneath our love, we’re both of us above

Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

Dance me to the children who are asking to be born
Dance me through the curtains that our kisses have outworn
Raise a tent of shelter now, though every thread is torn

Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic till I’m gathered safely in
Touch me with your naked hand or touch me with your glove

Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

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Nesses dias é que a gente nem tem certeza se acordou mesmo.

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Coloquei massa de modelar nos buracos das fechaduras. Nem sei o que eu queria, mas foi como rabiscar embaixo das mesas. Um prazer de anarquia que só criança tem. E não é coisa que a gente perde com a idade. A vontade é sempre falar o que dá na telha. Puxar a mão de um e sentar no chão pra tomar sol. Mas segurei as palavras pela sociabilidade, pelos bons modos. Perde a graça, perde a novidade, perde a vontade. Resiste uma anarquiazinha, mas nunca se sabe o que tem do outro lado da rua, mesa, trincheira.

“Tudo bem, eu espero”. pra depois socar a mesa.

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Acampamentos, dinâmicas de grupo, workshops.

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Evolução

Telefone sem fio.

Corre cotia.

Vaca Amarela

What´s next?

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“Tão não Gloria Kalil”

Fico horrorizada com a minha falta de senso. bom senso. Saí de casa, virei pra minha mãe e disse “lá vou eu vestida de menino de novo”. Se eu sei que a roupa tá ruim, por que eu não troco?!?!?! Pode parecer bem fútil da minha parte, mas ó…quando eu ficava lá na redação, tava pouco me f*** pra roupa. Eu podia aparecer de canga e havaianas que ninguém ia me encher. (a não ser das vezes que eu fui mandada pra delegacia com decote ¬¬. uma bela lição).

Agora que eu fico no meio dessa galera de marketing, me sinto a última das criaturas com meu All Star vermelho (que nem é All Star). Não sei se é complexo, mas toda vez que eu vou no banheiro, vou pegar água, vou lá na impressora, tenho certeza que a massa de mulheres bem vestidas que habitam a sala ao lado condenam minha total falta de senso fashion. 

Depois ainda me aparece um sujeito condenando as calças de moletom. Não que eu venha com isso pro trabalho, mas eu acho que se a pessoa tá confortável…tudo bem. Pensem nos caras que vendem algodão doce na praia vestidos de Teletubbie ou Pikachu…o mundo já é tão cruel.

Enfim, acabei de voltar do mega espelho que tem no banheiro e eu não tô vestida de menino. Só parece que eu acabei de voltar do Iraque.

(*Ana, se você ler esse post, fique sabendo que eu nunca mais usei aquele vestido preto sem calça)

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Por que diabos eu demorei tanto tempo pra assistir esse filme?!?!?!?!?!?!?!?

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Nessas quebradas a sorte saiu da gaveta e correu para dentro do casaco. Assim, sem aviso, correu pela pele das costas até chegar ao pescoço. Sorte essa que não tinha dono, nem par. Sorte de dia de chuva. A despretensão de ser sorte, de ser mais e ser além. A humildade de ser a mais rica das sortes. Ela carregou o cesto e se espalhou por aí. Nos dois ouvidos, nariz e boca. A sorte deu as mãos e atravessou a rua. Sem zíper, fecho, botão, correu por todos os lados. Essa sorte que não deixa embalar o sono. A sorte que sempre traz um outro som. A sorte que escreveu um roteiro de uma peça sempre repetida nas sessões de matinê. E quando é tarde, a sorte tem outro gosto. À noite, a sorte puxa os braços e para perto. A sorte habita os cantos e os rodapés. Ela subiu o pé da cama e se alojou de vez, para sempre, por enquanto na estante do quarto de dormir. Estala os dedos e chama alto, que quando silenciar, quando nem grilos forem ouvidos, aparece o olho direito e depois o esquerdo a olhar sobre o móvel. Sorte que abriu a janela e soltou tudo o que podia voar.

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Ontem me disseram que eu ando escrevendo pouco no blog…falei que tava mais calma, com menos urgência de berrar por aqui, mas é uma puta de uma mentira. Sempre tem alguma coisa pra me fundir os miolos, falta sempre uma peça. Voltei a sonhar que eu me perco na volta pra casa.

“Mas nesta época eles dançavam pelas ruas como peões frenéticos e eu me arrastava na mesma direção como tenho feito toda minha vida, sempre rastejando atrás das pessoas que me interessam, porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo, aqueles que nunca bocejam e jamais dizem coisas comuns mas queimam, queimam, queimam como fabulosos fogos de artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante – pop – pode-se ver um brilho azul e intenso até que todos ‘aaaaaaaaahhhhhh!’” Jack Kerouac, On The Road

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¬¬

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Coisas que fazem da quinta-feira um dia de milagres (tô super com a tocha, como diria Luiseta):

-Tutty Vasques respondeu minha entrevista. Adoro esse homem. Capaz até de eu acender uma vela em agradecimento. Amo amo.

-Encontrei no ônibus uma menina que foi uma das minhas melhores amigas dos 4 aos 13 anos. Trocamos um sorriso e só. E foi legal. Cada uma seguiu seu rumo (ela no direito, eu no jornalismo. ela toda empetecada, eu toda esculachada. nada mudou) e no caminho todo eu lembrei como era divertido quando eu saía toda ralada do colégio.

-”Brincar de estátua com a Medusa é sacanagem”…não vai ter graça se eu explicar. Acho que só a frase faz o efeito.

-Saí de casa com uma roupa totalmente não preparada pro tempo polar da manhã e tá fazendo sol.

-A salada com frango da Mitiko tá giganteeeeeesca

-Vi uma pomba atacando uma mulher num ponto de ônibus e vi um gato tomando sol na vitrine de uma loja.

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Tudo fica muito mais fácil de entender com analogias.

Se tivessem me falado que parece Batalha Naval, teriam me poupado de algumas dores de cabeça. (“ÁGUA”). Dá pra comparar com pesca também (e olha que eu nunca pesquei, nem nos tempos de…ahã..deixa pra lá).

Tem mesmo que ficar quietinha e esperar? Falta muito? E agora? E agora? E A-GO-RA?

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Viagem no biscoito integral

Pão sírio com manteiga, café com leite e salada de fruta + Bolacha integral de castanha de caju no almoço + pessoa + Ansiedade + Mais uma semana e meia para terminar de escrever, revisar e diagramar meu TCC + Cápsulas de guaraná todos os dias desde quinta (bem que a Lu me disse) + Auto(des)controle + Tentativas de entender o que o colunista de economia tava falando + Muito calor ou muito frio +  Espera + A impossibilidade de baixar “State of Shock”, do Yann Tiersen + Conselhos (dados ou recebidos).

= parece que eu tô viajando de barco…

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Um bebê

Acabei de saber que uma amiga tá grávida. Tô feliz porque ela tá feliz. É uma menina dentro de outra menina que eu conheci numa reunião pré-Cobrecos (qualquer dia eu explico), que muda a cor dos cabelos cada vez que a gente vira pro lado, que fala de umas comidas esquisitas do Pará, que confiou em mim num momento foda, que me viu batendo cabeça tentando entender esquerdismo, anarquismo, entrando no ”fordismo”..hehehe…

Enfim…além da alegria, claro, a outra coisa que me veio à cabeça foi: “ai, começou”. Começou mesmo…um outro amigo tá noivo (que parece ter voltado a moda). …a galera vai começar a casar, a engravidar, a trabalhar em lugares foda? JÁ????

um dia as desculpas vão acabar

mas deve ser só essa terça-feira…QUE TÁ CHATA

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Título do Estadão: “Última semana do inverno começa com tempo frio e chuva”

Título d´O Globo: “Inverno se despede com chuva e sol”

São Paulo perdeu a dancinha que o Rio ainda leva.

you can never hold back spring

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Ahn?

Eu levei um puta susto e cheguei a duvidar da minha memória musical…

* O exercício de ombudsmanizar por aí é um vício…

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em doses menores, recomendam. vontade do que dá vontade. e o certo é como road movie. lento. de cidade em cidade. com poeira subindo do chão. e o problema é esperar um “foward”. pres(s)a

Travelling north, travelling north to find you
Train wheels beating, the wind in my eyes
Don’t even know what I’ll find when I get to you
Call out your name love, don’t be surprised

It’s so many miles and so long since I’ve met you
Don’t even know what I’ll find when I get to you
But suddenly now, I know where I belong
It’s many hundred miles but it won’t be long

What will I do if there’s someone with you
Maybe someone you’ve always known
How do I know I can come and give to you
Love with no warning and find you alone

It’s so many miles and so long since I’ve met you
Don’t even know what I’ll find when I get to you
But suddenly now, I know where I belong
It’s many hundred miles and it won’t be long

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“De novo?”

“É. De novo. De novo e melhor”

“Por que melhor?”

“Porque agora tenho motivo pra esperar”

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As boas

Uma dessas despencou no meu colo. Sabe aquela nota de R$ 5 que você encontra no bolso de uma calça velha? Era mais ou menos isso. Cautela pra gastar, pra fazer durar o que em tantas outras vezes pulou das mãos.

Tem quem diga que é paciência, gato escaldado…(…). Prefiro acreditar que é sorte e essas coisas de sincronia que sempre me pareceram uma puta desculpa. Joguei a moeda. Cara, eu seguro a nota. Coroa, eu gasto.

Um dia a gente aprende que tudo tá escrito a lápis.

*eu realmente escrevo pior e menos quando não tô derrubada. Nessas, eu prefiro acordar analfabeta, mas com os 23 músculos doloridos

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Saga do vinho (finalmente)

Antes da história melhor deixar algumas coisas explicadas: nenhuma das personagens é daquele tipo de gente que enfia o nariz dentro da taça, ou fica girando o negócio. Uma curte vinho doce, que, segundo a segunda (eu escrevo do jeito que eu quiser aqui) é bebida de pobre. Essa última curte é um chileno firmeza, com gosto amargo.

Então…Na noite de sábado, eu e minha querida mãe resolvemos ceder à preguiça e ficamos em casa com planos de comer uma pizza e tomar um vinhozinho. Até aí beleza. Eu pedi a redonda num lugar ok (que não era aquele que o entregador vem com um cigarro pendurado no canto da boca e fala “Pizza?” e eu respondo “Pizza?” e ele me olha com desdém).

Pegamos um vagabundo saca-rolha comprado no dia anterior a R$6 (lembrai-vos que há uns dois meses quebramos não um, mas dois saca-rolhas tentando abrir outra garrafa. Um, tradicional, perdeu os bracinhos. O outro, de pressão, perdeu a agulha na rolha). Eis que matrona Mônica tenta com todas as suas forças puxar a rolha pra cima. Sem sucesso. Numa luta selvagem com a garrafa, o saca-rolha e sua dignidade, coloca a garrafa na altura dos joelhos e tenta de novo. Eu, claro, gargalhava na outra ponta da cozinha.

General Monicão (mã, te amo. Assim que o computador de casa voltar e você puder ler isso daqui, não fica brava) tem a idéia de “quebrar” a rolha com uma faca. Um problema: como burguesinhas falidas de Moema, todas as nossas facas estão meio moles…

Com medo da pizza chegar e de eu ter que comer acompanhada de um guaraná sem gás, me proponho a “picar” a rolha. Pego o próprio saca-rolha e estraçalho. Claro que metade da rolha caiu no vinho. Metade inteira, metade picadinha.

Mamis vira e fala: “Ju, pega a peneira”. Mal acreditei em coisa tão maravilhosa. Vinho peneirado!

Sem rolha, tivemos que arrumar uma alternativa para vedar a garrafa. Papel toalha, bem enroladinho.

As fotos não mentem:

p.s: foram tiradas num momento de euforiazinha e bochechas vermelhas

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ôôôô…turururu….ôôôô…tãrãrãrãrã.

Danou-se…vou ficar com essa música na cabeça o dia todo.

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Ah, que divertido

TCHARAM!

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“Insistir, Juliana, é a regra número um de um bom repórter.
 
foi o que me disse minha primeira chefe em redação quando eu pedi desculpas por ligar insistentemente (na época não havia e-mail) pedindo uma vaga de estagiário.
 
comecei a trabalhar na segunda seguinte. ”

(email de Tutty Vasques, resposta-para-a-não-resposta da entrevista que eu pedi pra ele. Acho que fizeram “trabalho” contra meu TCC)

Espero que insistir seja bom pra todo o resto, ando uma jumenta de tão teimosa.

Quinta-feira e mais um cabo de guerra

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Modinha

“Yves Saint-Laurent encontrou Pierre Balmain numa praia da África e combinou: ‘A cor da moda este verão será a cor da alma’”.

Hipocrisia.

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No filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, uma das personagens diz que quem sabe ditados populares não pode ser de todo mal. (Eu aprendi muitos deles em um trabalho insano na 4ª série do fundamental, obrigada). Minha “tioria” é outra. Só se pode confiar em pessoas que respirem pela boca E pelo nariz (não é um ou outro, os dois) e que gostem de bicho (pode ser gato, cachorro, cobra, iguana).

*****

Cenário: ônibus, 13h, calor de 32°C

Carinha: Licença

Eu: (…)

Carinha: “eu táááva pensanduuu” [introdução a um pagode]

Eu: (não canta, não canta, não canta)

Tia no banco de trás: PARABÉNS! PARABÉNS! (batendo palmas da Augusta com a Paulista até a Avenida Brasil)

Moral da história: tô extremamente, totalmente, completamente irritada.

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efeito

Tudo é questão de coolness. A primeira vez que eu ouvi fiquei meio confusa, não curti. Mas agora que confirmaram num eventodemassadoladodecasa, me apaixonei (AH!UH!). Preciso juntar umas pessoas, escrever uma manifesto, pensar num objetivo bem legal e fundar um movimento político-artístico-social-gatronômico-jornalístico de vanguarda. Tô muito afim de bater os saltinhos pelo chão, posar de poder, pegar minha pipoca e ver o circo pegar fogo.

Punk-folk-psicodélico, Gogol Bordello nas trilhas da revolução. HÁ.

No fundo, no fundo…todo queriam ser Napoleão. Recuro riscadinho de gracinha. e de graça.

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Como pássaro

É o último mês nesse norte…outono e inverno estão por passar e eu e meu bando – meu bando de dentro - podemos voltar pro sul. Parece que tudo já está de primavera lá. pero me cuesta marcharme.

Errei o caminho esses tempos, mas sempre é tempo, dizem. Depois de tudo vem o verão. E alguém fala que é nele que as coisas acontecem.

Deixemos um traçado no chão e umas pegadas.

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Nomadismo de vanguarda

A não-arte. Dadá. e todas aquelas baboseiras que aprendemos no colégio, faculdade, nos lugares limpos, sujos. Trouxe de volta a cova do lado esquerdo. Quem é cigano de não ficar parado. Se a vida não-virtual me força raízes, a on line me permite criar um mundo outro. As vanguardas explodiram na supernova que é um mundo burro, admirável mundo burro e novo.

Admirável blog novo. Admirável sorriso novo. Admirável história nova.

Repouso a minha trouxinha aqui. Pra nunca mais trilhar o mesmo caminho.

Saga do vinho. amanhã.

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