trancaria numa redoma transparente e espalmaria a mão direita, com o cotovelo encostado no joelho e o queixo quase no pulso. miraria aqueles olhos juntos até começar a gargalhar num transe vingativo. fariam qualquer movimento perto da orelha, pediriam calma, puxariam braços. mas socaria a caixa até quebrar. pra pedir desculpas, uma explicação e um lencinho pra poder lançar ao chão.