….e eu fui vasculhar Globo.com
Cara, o cara do Paparazzo parece o….CARAAAAAAAAAAAAAAlho.
Bem feito pra mim.
….e eu fui vasculhar Globo.com
Cara, o cara do Paparazzo parece o….CARAAAAAAAAAAAAAAlho.
Bem feito pra mim.
É, vocês já descobriram o quão breguinha eu posso ser :)
Vai aí, toda minha cafonice

Mamãe, mamãe não chore
A vida é assim mesmo eu fui embora
Mamãe, mamãe não chore
Eu nunca mais vou voltar por aí
Mamãe, mamãe não chore
A vida é assim mesmo eu quero mesmo é isto aqui
Mamãe, mamãe não chore
Pegue uns panos pra lavar, leia um romance
Veja as contas do mercado, pague as prestações
Ser mãe é desdobrar fibra por fibra os corações dos filhos
Seja feliz, seja feliz
Mamãe, mamãe não chore
Eu quero, eu posso, eu quis, eu fiz, Mamãe, seja feliz
Mamãe, mamãe não chore
Não chore nunca mais, não adianta eu tenho um beijo preso na garganta
Eu tenho um jeito de quem não se espanta (Braço de ouro vale 10 milhões)
Eu tenho corações fora peito
Mamãe, não chore, não tem jeito
Pegue uns panos pra lavar leia um romance
Leia “Elzira, a morta virgem”, “O Grande Industrial”
Eu por aqui vou indo muito bem , de vez em quando brinco Carnaval
E vou vivendo assim: felicidade na cidade que eu plantei pra mim
E que não tem mais fim, não tem mais fim, não tem mais fim
(vai dona Mônica…pode chorar, mas antes de eu chegar em casa, faz favor)
Dorzinha nos calos que essa escada dá, meu deus. Sol e brisa, finalmente, depois de tanto temporal aqui dentro e lá fora. Desvia de um carro daqui, de outro de lá e um paredão lá na esquina. Paredão grafitado de passado. Como se cada letra fosse batida à máquina naquele muro e depois fosse despedaçada como vidro. Escolhe o outro lado da rua, que lá faz sol. Era mesmo um outro caminho, longe do menino triste. Um alívio de seguir cada vez mais leve nessa vida. “Não vou perder meu dia…é o único 29 de janeiro de 2009 que eu vou ter, caramba!”. Domingo, Segunda, Quarta, Quinta, Sexta. Por que as terças são tão sem música? Não seja por isso. Na próxima terça, é poesia subindo dos calcanhares à nuca da moça. Para todas as terças.
Na esquina, arrastando os sapatos (não, são tênis), vai o menino triste. Meio manco, parece. Com a cabeça em direção aos blocos de concreto, como se fosse mergulhar para o asfalto, o menino triste só tem olhos para o chão. O menino triste fala baixo e não olha para os lados. A discrição é tamanha que passa quase desapercebido quando está longe da grama, quando não tem os pés descalços, quando perde a confiança inédita e rápida de um menino normal. O menino triste fala e volta atrás ou nem fala, com medo da voz sair mais alto que o usual. O menino triste se assusta com um aperto nos dedos, com algum olhar que não é de solidariedade (para variar). O menino triste se ilude com as pessoas esqueletos de edifício e se joga no abismo para ficar cada dia mais triste quando tudo ruir. O menino triste, com as mãos nos bolsos, escuta as músicas chorosas para sofrer ainda mais. O menino triste não quer amor, o menino triste espera alguém que segure suas bochechas e fale “ah, tadinho”.
íntegra do discurso dos meninos. Não sabe do que eu falo? Lê o post anterior.
Luis: Negrito
Camarão: Sem negrito (dã)
Boa noite senhores Pais, professores, Formandos, familiares e namorados e namoradas.
Muito boa noite a todos, obrigado pela presença, uma satisfação e uma honra termos sido escolhidos para representar a turma nesse momento.
Hoje, vamos tentar dispensar os clichês.
Dar a emoção com espírito de novidade – e não de final, como muitos fazem. Vamos reconhecer o que existe de especial nesse grupo.
Já existe saudade nas andanças diárias pelo Lado B da Universidade: a ComFil, com seus corredores grafitados, rampas, prédios estranhos, pátio do benê e a cantina da Wandinha, a mais do que simpática cearense que esbanja alegria mesmo nos intervalos lotados.
Por mais que muitos temas, papos, bandeiras, aulas, Escola da Frankfurt se repetissem ao longo dos quatro anos, a partir de hoje, até as aulas mais chatas, as mais difíceis de ficar acordado e de chegar no horário serão lembradas com saudades.
Nas provas, que foram poucas, é verdade, e trabalhos, nos desesperamos. Varar as madrugadas, elaborando tratados da “encheção de lingüiça” também fizeram parte da trajetória, podemos dizer, de sucesso!
Como nem só de sala de aula vive um filho da PUC, pra comemorar uma suada nota alcançada, o movimento migratório para o bar!
Local sagrado para bater um papo, fossem besteiras ou calorosas discussões acadêmicas, políticas, futebolísticas e dramas (porque também iam as meninas).
Se já saímos dos muros da PUC, é hora de incluir nesse discurso o famoso JUCA. Foram quatro edições, para alguns três, para outros só uma. E tem gente que não teve a oportunidade ou a vontade de participar dessa experiência…Pena. Quem foi sabe o quanto é único – para o bem e para o mal – habitar os alojamentos de Guará e Registro.
Quem não foi, perdeu a chance de dormir abarrotado em salas de aula, em sacos de dormir ou colchões fininhos, ser acordado de madrugada pela bateria ou sirenes de polícia. Programão hein? Lhes digo que é, sim. PUC é integração. Integração com o colega que passou anos na carteira da frente, com o outro que lê Marx, com aquele mauricinho, com a garota da Metô, com o rapaz da FAAP, com o nerd da USP, com a gatinha da B.A ou com o parceiro do Mackenzie…. não.. do Mackenzie não! Mas as músicas aqui não vêm ao caso, para a sorte dos pais presentes.
Se há JUCA, há também outra sigla aterrorizante: T-C-C.
O Trabalho de Conclusão de Curso, que toma o tempo livre, o sono, a paciência, os fins de semana.
Em compensação, após o anúncio da banca, um alívio sem tamanho, sensação de trabalho (e que trabalho) feito. Aprovado! Pronto para a vida! E ficam para trás as olheiras, a aversão às gráficas, as neuroses com programas de edição e aparelhos de filmagem.
No fim desse ciclo, o que sobra nas mãos é um diploma e muita história. Não existem palavras para descrever a amizade, ou mesmo a convivência pacífica entre pessoas com jeitos, ideologias, ambições tão diferentes, consumada aqui. Dessa diferença é que surgiram novas idéias e um fértil terreno para o debate, ou mesmo o puro “quebra-pau”, que termina em um abraço e em uma boa gargalhada.
Depois de quatro anos, quem acreditava no amor – que outra palavra? – entre você e aqueles “seres estranhos” apresentados no primeiro dia de aula?
Pois é. Aí chegamos. Amizade ainda é pouco para descrever o que existe aqui. Vamos além dos dicionários, vamos criar aqui, nessa noite, nova palavra para o que aconteceu nesses rápidos quatro anos.
Vamos além dos rituais, das cerimônias e das formalidades. É nosso dia. De quem viveu e de quem viu essa PUC de 2005 a 2008.
Lembraremos, finalmente, dessa noite como o princípio de um espetáculo, ensaiado por quatro anos, e finalmente, pronto para a estreia.
É muita, muita coisa pra lembrar num dia de tanto sono, mas aí vai o relato da colação de grau da galera mais xuxosa do mundão.
Nossas famílias são lindas. Eu e minha mãe, farinhas do mesmo saco, estávamos de acordo com a tradição da dinastia Simon: desconfortavelmente empetecadas…hahaha. Pais e formandos todos arrumadinhos. Destaque para o Tchello tendo a gravata arrumada pela vovó e pelo vovô, pro NemoChina de terno, pra todo mundo suando em bicas nas becas (hehehehe)…Tudo perfeito.
Lindo a bagunça lá fora, na fila, deixando a mulher da agência fula da vida. Desculpa, moça, meus amigos não calam a boca. OOOOOOOOOOOOOO O CAMARÃO VOLTOOOOOOOOOOOOOOOOOOU.
Nossa entrada meio “uma odisséia no espaço” no Tucão lotaaaaado. Lindo, lindo, lindo. Eu descendo com muita vontade de não cair. Só caí foi no choro. É, já. Tudo bem, a Padial também se debulhava em lágrimas bem do meu lado. Meus amigos (Dan, Bru, Tché, Mindo, Camarão, todos tão lindos….ah) descendo. Até que eu vi minha mãe chorando. Claro…chorei. Mais. Muuuuuuuuito mais. Até quem não é muito seu amigo se solidariza com a manteguice alheia.
Cripão deu início à coisa toda. Discursos. Primeiro meus meninos (isso eu falo com um tom tão de mãe). Camarão e Mindinho, nervosos, falando as palavras que eu ajudei a escrever (queria colocar a íntegra aqui, posso Mindo?)…quase morri. Fabio Sanches e seu não-discurso que acabou com uma RAÇA PUC estourando cada célula do corpo. Menino de Multimeios. Viajandão, é verdade, mas especial.
Discurso do mestre Egypto. Não, foi aí que eu quase morri. Chorei feito uma bezerra. Não tem como descrever a importância que esse mestre teve pra mim, logo no meu primeiro dia de PUC. Se eu fosse escrever aqui daria um outro, longuíssimo post. Todos só suspiravam “Egypto é foda”. E ele é. Muito, muito, muito!
Video do Marcelo Tas para a galerinha de Multimeios. Fodástico. Uma pena eu ter perdido a entrevista dele em 2006 e não ter conseguido em 2008. Relembrar o Professor Tiburcio foi ponto alto (mesmo porque todos os formandos estavam bem parecidos).
Discurso mestre Cripa. Não sei explicar o que eu senti no momento em que ele protestou a invasão da PUC no ano passado, os processos contra o pessoal que ocupou a reitoria, toda a falta de diálogo da gestão Maura Véras. Foi mágico. Foi quase dar sentido àquele espaço, uma vez incendiado. PUC e a sua história estavam lá, na nossa cara. Ah.
Vídeo mestre Mieli. Em cinco minutos (isso vindo dele é um esforço sobrehumano), falou tudo. Feio falar isso, mas fiquei feliz de ele estar no Fórum Social. Seria mesmo muito cansativo duas horas a mais sentada naquele lugar com o tio da câmera passando com a luz na minha cara. Hm, eu me distraí, perdão. Nossa turma não foi a das mais legais com o Mieli. Não tem muita explicação. Terceiro ano foi complicado demais para relembrar.
Discurso Bicudo. Nada contra o cara, nada contra Multimeios (nunca. Respeito demais o curso, as pessoas), nada que pudesse me incomodar naquela hora. Se não fosse uma defesa idiota não da reitoria ou da reitora, mas da mãe dele. Negar que foi um crime a entrada da PM na PUC? Falar que o redesenho foi conversado por dois anos? Bom, não me aguentei. No meio da fala do “Príncipe do Laquê”, lancei minha indignação em voz alta. Acho que para espanto de muitos. Passei os quatro anos da PUC bastante reservada, muito mais do que minha personalidade permite. Enfim, me calei depois de mandar um “Por qué no te callas?” pro Bicudão. Para minha surpresa, tive apoio. Mas espera um segundo que eu já falo.
Homenagem aos professores. Eu entreguei a tal caixa de bombons ao mestre Egypto e tive a oportunidade de agradecer (o que mais?) a tudo. Esse homem me fez ter a certeza de que era jornalismo que corria nas minhas veias. Bom, depois do episódio do Bicudão, subi as escadas do palco numa força descomunal, ouvindo o “Ju, Ju, Ju” dos meus amigos-irmãos. Me senti. Me senti foda pra caralho. hahahahaha. Flun entregou pro Elias (ohnnnnnnnnnnn. Não tem pessoa mais meiga que ele, meu deus!!!!).
Homenagem aos pais. Pads nasceu pra apresentar o Oscar..hahahaha. Foi lindo, meloso, emocionante e me deu a oportunidade de entregar uma rosa pra minha mãe (la llorona) e perguntar se ela tinha ficado brava com o semi-bate-boca com o Bicudoncio. “Nada, morri de orgulho!”. Gente, tô bege até agora. Achei que ia levar um puta esculacho. Naquela hora descobri minha mãe de luta. A Tia Bia ainda ria (brother demais, Tia Bia!!!!).
Voltaaaaamos pro lugar.
Juramento. Diana fez frases gigantes!!!! Não consegui acompanhar tudo. hahahaha. Frases menores, Di. Próxima faculdade que a gente fizer…juramento em sentenças mmmmaaaaaiiiiissss cuuuuurrrrtttassss.
Hora de pegar o canudo vazio. (sim, o canudo é um simulacro de diploma). Filaça. Na minha hora, fiquei tão entusiasmada que dei um soco pro ar. Recebi o canudo do Cripa. (É NÓIS, MESTRE!). Depois foto com a ditadora da agência que quase te batia com o canudo e depois quase te socava com a nossa própria mão.
Já na última pessoa de Multimeios, começamos a cantar bem baixo…”lôôôco, lôco, lôco, lôco, lôco…eu sou da PUC”. Aumentando, aumentando, aumentando muuuuito, até gritar e jogar o capelo, cabelo, camelo pra cima. Ah, se esse blog tivesse som.
Abraços de quem te ama por todo lugar. E como eu amo essa galera.
Não tem como ninguém saber nem uma vírgula do que rolou naquele Tucão sem ter estado lá. Azar do resto do mundo. Foi o dia mais feliz, com as pessoas mais especiais, no lugar mais maravilhoso, foi o mundo.
É isso.
(satisfeito, Mindo?)
Try to think that love´s not around
But it´s uncomfortably near
My old heart ain´t gaining no ground
Because my angel eyes ain´t here
Angel eyes, that old devil sent
They glow unbearably bright
Need I say that my love´s mispent
Mispent with angel eyes tonight
So drink up all you people
Order anything you see
Have fun you happy people
The laughs and the jokes are on me
Pardon me but I got to run
The fact´s uncommonly clear
Got to find who´s now number one
And why my angel eyes ain’t here
Oh, where is my angel eyes
Excuse me while I disappear
Angel eyes, angel eyes.
Não precisa dizer mais nada do cara que fez “The Blower’s Daughter”.

Se um dia pedir desculpa, disser que perdoo ou que não quero mal, vou estar mentindo.
Pensam que não sabe nada,
Que tu não pode amar.
Dizem que é ver pra crer
Que é inútil explicar.
Podia começar com santos, papas, Madre Teresa, Dalai Lama e religiosos em geral…mas escolho o Jack Johnson. O cara faz música calminha (que serve até pra ninar criança. Aliás, eu lembro de uma entrevista que ele afirmava querer fazer música para pessoas que querem ter filhos. E isso não significava estimular o ato de produzi-los…enfim). O cara surfa, o cara tem olhos claros (não conheço muitas pessoas ruins com olhos claros…estranho). Uma pessoa legal. Assim, supimpa. Nível “vai pro céu”.

Não lembro como cheguei nisso, mas tem uma galera que organiza “missões” para deixar as pessoas surpresas, felizes, alguma coisa assim. Tem um blog. É como uma pegadinha, mas não para te deixar puto. É como aquela cena da Amelie Poulain em que ela deixa a caixinha de Brodotou (Brotodou?) na cabine telefônica. Pelo simples prazer de fazer bem para os outros. Pirados de vez os que pensam pra fora do umbigo. Eu chamo de ”espalhar amor” e os amargos entendem coisa muito suja.
Pra te falar bem a verdade, queria acordar em outra cama, outra casa, outra cidade, outro país, outro tempo, com outras pessoas. Queria acordar criança de uma ilha isolada do Pacífico. Queria acordar homem podre de rico. Queria acordar velha num puteiro qualquer. Queria acordar matador do sertão. Queria acordar com mais coragem e menos trauma. Hoje, queria acordar com vontade. Alguma coisa funciona mal nessa engrenagem e é a peça que eu não acho. Queria acordar (s)em silêncio.
Tem um ditado que diz que “quem não deve, não teme”. Essa política de tolerância zero com certas atitudes a mim dirigidas tem dado resultado. E fico mesmo muito satisfeita que ela dê a volta e se afaste e leve pra longe os beijos socados de bochecha e todo aquele universo nojento que só as pessoas falsas trazem em volta de si.
“Senhores passageiros:
Eu tive uma noite péssima. Deitei com a cabeça no travesseiro lembrando e cozinhando o que não devia, sonhei o que não queria e acordei mal, bem mal. Fim de ciclo, limbo, confusão, dinheiro e a constante pitada de drama de novela mexicana vão me deixar assim triste o dia todo. Sim, tô chorando. Quando eu sentar naquela poltrona da esquerda, no corredor, do lado daquele cara que tá caindo de sono com as pernas abertas ocupando os dois bancos, vou cair ainda mais no choro e não me olhem como se eu tivesse terminado um namoro (isso que todo mundo pensa) ou como se eu tivesse uma doença terminal. Preciso trabalhar, mas não dá pra ser neutra, feliz ou o que quer que seja o tempo inteiro.
Obrigada”
Ou você aprende ou se mata no banheiro
I was looking for a job, and then I found a job
And heaven knows I’m miserable now
Acontece. Você fica seco pra começar a “vida”, daí ela começa e nem é legal. Porque você tem contas, impostos. Isso porque ainda não veio casamento, nem filho, nem doenças, nem alugueis…
In my life
Why do I give valuable time
To people who don’t care if I live or die ?
Muuuito tempo com gente inútil. Brigando nas lojas, no trânsito, papo furado no ônibus, flertando com gente em todo canto. Perda total de tempo, energia e charme. hahaha
Two lovers entwined pass me by
And heaven knows I’m miserable now
Ah, um dia eles vão ficar infelizes tb. :)
In my life
Why do I smile
At people who I’d much rather kick in the eye ?
No elevador do trampo então…
A música do final de “Babel” é a mesma da cena em de “Um Beijo Roubado” em que a Norah Jones dirige o carro ao lado da Natalie Portman: “Pajaros”, do Gustavo Santaolalla, que fez a trilha do “Diários de Motocicleta”, que tem como música tema “Al otro lado del rio”, do Jorge Drexler, que tem o Gael, que fez Babel, que tem a música do Beijo Roubado, que tem a Norah Jones, que tá na trilha de “Simplesmente Amor”, que tem o Rodrigo Santoro, que fez “Bicho de 7 Cabeças”, que tem trilha do Arnaldo Antunes, que era do Titãs, que tem documentário em cartaz agora, que eu ainda não assisti.
I don’t know how to begin
Cause the story has been told before
I will sing along i suppose
I guess it’s just how it goes
Ele sofre demais.
Nem parece que foi um dia só de tanta conquista pra relatar. Acordar bem cedo, com ameaça de chuva e sair com o cachorro olhando para um céu quase azul. Café da manhã, descanso….e samba. Posso dizer que saí pra sambar e foi exatamente o que aconteceu. Samba da laje, pasmem, me atraiu de primeira e lá fui eu e a nobre mãe ao samba. Posso repetir milhares de vezes essa palavra: samba, samba, samba. Minhas pernas (as dores nelas) são testemunhas de um domingo (que bem podia ser um feriado de verdade, numa quinta-feira) que até os joelhos suaram, que eu girei e dei os passos com a terceira idade (não, “a velha guarda”). Assim voltei pra casa, satisfeita de tanto sambar e sorrir (quem diria). E o resto foi lenda, muita TV, alguma leitura e alguma lembrança. Cachorro Grande e Faichecleres na MTV (não, não teria feito diferente mesmo. Desculpe), depois mais uma dose de Madame Bovary (e como são os dramas e o falso amor ou falta de amor-próprio) e depois um “PS: Eu Te Amo” (palatável, sim).
*******
Todo mundo tem histórias tristes pra contar (isso, PRA). Comigo não seria diferente. Mas quantas são as pessoas dispostas a falar sobre o que há de bom e belo?
Amanhã foi estender uma bandeira branca ao lado que merece, na trincheira que eu me nego a fingir que não existe. Daqui desse lado, pelo menos.
Um dia quero dizer que corri o mundo e, ainda assim, prefiri São Paulo.
Hoje só amo a cidade. Com amor sem comparação.
Ok. Na minha sala, só eu.
Na sala do lado (marketing e toda aquela galera) são oito pessoas por “baia”, são cinco “baias”. Logo….é uma pessoa silenciosa e de saco cheio (eu), contra QUARENTA PESSOAS BARULHENTAS QUE NÃO CALAM A BOCA E QUE CANTAM “PARABÉNS PRA VOCÊ QUASE TODO DIA!
Quando eu estudava no Objetivo, fui parar numa sala chamada M-1, carinhosamente apelidada de “ala dos bobos”. Para quem não sabe era o top dos mais inteligentes, a galera que-com-certeza-vai-passar-na-usp. Não, não me orgulho de ter participado dessa sala pelos seguintes motivos: 1. entrei lá sem querer, nos dois anos anteriores eu tinha estudado numa joça de um colégio e eu só tirava 10 porque nunca fui uma ameba, nem uma vagal. 2. Eu queria Humanas e fui fazer Bio-Exatas porque precisava entender alguma coisa do “outro lado” pra passar em alguma faculdade. 3. Se eu falava com 5 pessoas da minha sala, era muito. Eles não me curtiam porque entrei lendo Gabriel García Marquez nos intervalos e no fim gostava mesmo era da galera que queria prestar pra História, Filosofia e tal.
Enfim. Com essa experiência, não há dúvidas de que eu conheço (conheço MUITO) o mundo nerd. Uma galera chata, pentelha, intrometida, arrogante e que muitas vezes cheira estranho. Opa. Brincadeira. Depois de alguns anos conheci nerds, geeks, sei lá…bem legais. Mas a primeira impressão sempre foi péssima. E por muito tempo tive esse estigma tb. Tirava boas notas, não curtia matinê aos 12 anos, sempre fui estranha e não corria atrás dos menininhos…corria com eles.
Bom. Toda essa introdução para justificar minha total falta de vontade em visitar esse Campus Party da vida. Todo mundo aqui no trampo tem falado do evento, de como é lotado, de como as pessoas vão jogar Guitar Hero (não sei uma vírgula sobre games tb), tudo muito bom, muito legal. Já torcia o nariz porque com certeza encontraria alguns colegas do Objetivo M-1…a menina que venceu as Olimpíadas de Física em Kiev ou o guri que roubava minha apostila para fazer os exercícios de matemática e que usava munhequeira ou os trilhões de japoneses, chineses e coreanos que rodavam suas canetas numa velocidade impressionante. Mas hoje fiquei ainda mais sem vontade, depois de ler essa notícia aqui.
Galera, vocês vaiam uma banda simplesmente porque não curtem o som? Ainda mais com o grito do Sílvio Santos? Ah, faça-me o favor!!! Eu fazia isso no primário, quando meu colégio chamava uns show do Ronald McDonald (é sério).
Por essas e outras que continuo COM UM PRECONCEITO DO CARAMBA em relação aos nerds. Aos meus olhos, vocês só se salvam quando param de se orgulhar desse rotulozinho tosco. Mesma coisa com pittboys, patricinhas, punks de butique, liga-da-maconha, etc…
Pf, encheu.
Jorge Drexler
Las lágrimas van al cielo
Y vuelven a tus ojos desde el mar.
El tiempo se va, se va y no vuelve,
Y tu corazón va a sanar,
Va a sanar,
Va a sanar.
La tierra parece estar quieta
Y el sol parece girar,
Y aunque parezca mentira
Tu corazón va a sanar,
Va a sanar,
Va a sanar,
Y va a volver a quebrarse
Mientras le toque pulsar.
Y nadie sabe por qué un día el amor nace,
Ni sabe nadie por qué muere el amor un día,
Ni nadie nace sabiendo, nace sabiendo
Que morir también es ley de vida.
Así como cuando enfríe
Van a volver a pasar
Los pájaros en bandadas.
Tu corazón va a sanar,
Va a sanar,
Va a sanar.
Y volverás a esperanzarte
Y luego a desesperar.
Y cuando menos lo esperes,
Tu corazón va a sanar,
Va a sanar,
Va a sanar,
Y va a volver a quebrarse
mas tudo o que aparece de errado no mundo é culpa da minha gêmea má.
Sonhei com um galo meio doente e vááááárias galinhas num campão. Bem longe uns gansos. Eu saía com medo de ser vista.
Não entendo um catzo desses sonhos.
Eu – Alô, fulano…então, o WordPress tá instável e eu não consigo posta nada no Blog (não esse. o do trampo. do ombudsman)
Fulano 1 – Ah, certo. Olha, não é aqui não. É com o pessoal lá da Flausino. O telefone é 2469*.
Eu – Oi, Fulano. Então, o wordpress tá instável e…
Fulano 2 – Ah, tá. É. Quem sabe disso é a galera do Rubsrubs. O telefone é 666*
Eu – Alô. Oi, Fulano. Então. Não sei se é com você, mas o wordpress tá instável e eu não consigo postar nada e…
Fulano 3 – Ah, não é aqui não. Espera um minutinho
(mais de um minutinho depois)
Fulano 3 – então..hahaha…o número não é 1234*, é 4321*
Eu – Alô, Fulano. Então, o wordpress tá instável e eu-não-con-si-go-pos-tar….
Fulano 4 – Instável, é?
Eu – É.
Fulano 4 – Olha, vou verificar isso e já te ligo tá?
“…e todo mundo catando limão pro suco…azeeedo. vai sobrar limão”. Momo na P e eu viajando imenso.
uhum. cof-cof. uhum.
Pra que eu vim aqui mesmo?
Ah…então
Melhores títulos da blogosfera e textos engraçados até pra quem não sabia que Espanyol é um time (shhh, não era meu caso, okey?), nesse blog aqui.
Beethoven não tacava copo de água gelada na cabeça? Eu fiz isso com o corpo todo hoje.
Fiquei sem luz em casa das 9h30 às 10h20. Tomei banho às 10h. E a Eletropaulo falou que a energia só voltava às 11h30. Obrigada, putos!
Tudo bem, pelo menos agora tenho mais energia pra compor minhas sinfonias. NOT!
“daí meu pai virou e disse: ‘qué dá a bunda, o problema é seu’”